Vila de 7 mil moradores vira refúgio da Seleção em busca do hexa

A poucos quilômetros de Nova York, uma pequena comunidade de apenas 7 mil habitantes se transformou no ponto de concentração da Seleção Brasileira durante a disputa da Copa do Mundo. A escolhida pela CBF foi Basking Ridge, em Nova Jersey, uma região conhecida pela tranquilidade, segurança e discrição.
Longe do agito das grandes metrópoles e da movimentação intensa de torcedores, o local foi definido como base da equipe nacional para garantir um ambiente mais reservado aos jogadores e à comissão técnica.
Privacidade foi prioridade da CBF
A estratégia adotada pela Confederação Brasileira de Futebol foi proporcionar ao elenco um cenário distante dos holofotes. Diferentemente de outras edições do Mundial, o acesso ao local será bastante restrito.
Jornalistas poderão entrar no complexo apenas em datas específicas destinadas a entrevistas e atividades oficiais. Já familiares dos atletas ficaram hospedados, em sua maioria, em Nova York.
A medida busca evitar distrações e manter o foco total da delegação na busca pelo tão sonhado hexacampeonato mundial.
Complexo exclusivo para a delegação
O quartel-general brasileiro será o The Ridge, um moderno complexo corporativo ligado à Verizon, uma das maiores empresas de telecomunicações dos Estados Unidos.
O local possui 171 acomodações e foi reservado integralmente para a delegação brasileira durante o período da competição.
Cercado por áreas verdes, o complexo oferece estrutura de alto padrão, segurança reforçada e um ambiente ideal para treinamentos, reuniões e recuperação dos atletas.
Região reúne moradores de alta renda
Basking Ridge é conhecida por suas ruas arborizadas, grandes propriedades e elevada qualidade de vida. A comunidade atrai empresários, executivos e famílias que buscam tranquilidade nos arredores de Nova York.
Os imóveis da região estão entre os mais valorizados do estado, com residências que frequentemente ultrapassam US$ 1 milhão, valor superior à média do mercado imobiliário americano.
Escolha evita erros de Copas anteriores
A decisão de instalar a Seleção em um local mais reservado também reflete experiências vividas em edições passadas da Copa do Mundo.
Na Rússia, em 2018, a concentração brasileira recebeu hóspedes, familiares e ampla cobertura da imprensa. Já em 2006, na Suíça, milhares de torcedores acompanharam diariamente a rotina da equipe, transformando a cidade-sede em uma atração turística.
Desta vez, a estratégia é clara: oferecer aos jogadores um ambiente protegido, com máxima privacidade e foco total na missão de conquistar o tão esperado hexa da Seleção Brasileira.





