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Rio Grande do Sul mantém protagonismo e responde por 10,7% da safra brasileira de grãos


Por Redação Publicado 14/07/2026
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foto ilustrativa FreePik

O Rio Grande do Sul segue entre os principais produtores agrícolas do país e deve responder por 10,7% de toda a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026, segundo a mais recente estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A previsão nacional aponta uma colheita de 347,4 milhões de toneladas, volume 0,4% superior ao registrado em 2025. O crescimento representa um acréscimo de aproximadamente 1,3 milhão de toneladas em relação ao ano passado.

Estado permanece entre os maiores produtores

No ranking nacional, o Rio Grande do Sul aparece como o terceiro maior produtor de grãos do Brasil, com (10,7%), atrás apenas de Mato Grosso, que concentra 31,3% da produção, e do Paraná, com 13,7%.

Na sequência aparecem Goiás (9,7%), Mato Grosso do Sul (8,4%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, esses seis estados concentram 79,3% da produção brasileira de grãos.

Sul representa mais de um quarto da produção nacional

A Região Sul deverá colher 92,4 milhões de toneladas, o equivalente a 26,5% da safra brasileira, consolidando-se como a segunda maior região produtora do país, atrás apenas do Centro-Oeste.

Soja e milho seguem liderando

A produção nacional continua concentrada principalmente em soja, milho e arroz, culturas que representam 92,8% da produção estimada e ocupam 87,4% da área cultivada.

As projeções do IBGE indicam produção de:

  • Soja: 174,8 milhões de toneladas;
  • Milho: 136,5 milhões de toneladas;
  • Arroz: 11,2 milhões de toneladas;
  • Trigo: 6,6 milhões de toneladas.

Área cultivada cresce

O levantamento também aponta aumento da área destinada à colheita em todo o país. A previsão é de 83,2 milhões de hectares, crescimento de 1,9% em comparação com 2025.

O desempenho reforça a importância do agronegócio brasileiro e mantém o Rio Grande do Sul como uma das principais potências agrícolas nacionais, com participação decisiva na produção de grãos e no abastecimento do mercado interno e das exportações.