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Abandono da ERS-423 completa um ano


Por Redação / Agora no Vale Publicado 03/06/2019
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Daer retirou asfalto de um trecho de 1,2 km da rodovia, e no lugar ficaram obstáculos

O governo estadual prometeu recapeamento em 22,5 quilômetros da ERS-423, entre Marques de Souza e Progresso, mas deixou a obra pela metade e ainda um trecho de 1,2 quilômetro sem asfalto, na altura de Alta Picada Serra. O abandono completa um ano e cria barreiras para os usuários da rodovia, além de prejuízo para o setor primário que depende da via para escoar a produção. 

Na época, a empresa alegou falta de material para a confecção do asfalto. O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (Daer), por sua vez, admitiu falta de dinheiro. E o problema não se resume apenas a este trecho: o restante da rodovia, de Alta Picada Serra e zona urbana, está repleto de buracos e carece de sinalização. 

Dois protestos na rodovia e uma audiência pública desde então não surtiram efeito. Nesta segunda-feira à tarde, uma comitiva local foi até Porto Alegre para se reunir com o deputado Dirceu Franciscon (PTB) e o secretário de Logística e Transportes do Rio Grande do Sul, Juvir Costella. Entre eles, o prefeito de Progresso, Gilberto Gaspar Constantin. “Até agora não tivemos nenhuma manifestação concreta do estado. Nem sabemos ao certo por que o Daer abandonou a obra”, relata. “Queremos que tomem uma providência, pois o município está impedido de colocar as máquinas ou material em uma rodovia estadual”.

O Agora no Vale entrou em contato com a assessoria de imprensa do Daer nesta segunda-feira, que se limitou a dizer que “busca junto a Secretaria da Fazenda os recursos necessários para dar continuidade à manutenção das rodovias estaduais, e a pauta está sendo tratada como prioridade”. 

Comunicamos a empresa
A 11ª Superintendência Regional de Lajeado solicitou à empresa a retomada dos trabalhos, segundo informa Fabiano de Oliveira, mas não houve resposta. De acordo com ele, há previsão de recursos para os trabalhos, que só não ocorrem por falta de ação da empresa. 

Agora, de acordo com Oliveira, cabe ao Daer notificar a construtora e aguardar o prazo legal para, em caso de novo impasse, emitir multa. O trâmite seguinte seria realizar nova notificação, e se a empresa não atender, é possível que haja o processo de rompimento de contrato. Neste caso seria necessário novo processo licitatório, o que atrasaria ainda mais a obra.

por Leonardo Heisler
redacao@agoranovale.com.br