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Moradores do Bairro Conventos, em Lajeado, buscam soluções para falta de água


Por Redação / Agora no Vale Publicado 09/02/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Na quinta-feira, moradores ficaram mais de 20h sem água. Fato que já se repete nesta sexta (Foto ilustrativa)

Comunidade sofre há anos com problema, e teme ainda mais pela previsão de dias quentes

Em Lajeado, a paciência dos moradores do bairro Conventos está no limite. Com relatos de falta de água que remontam a pelo menos 11 anos e se intensificaram recentemente, a comunidade enfrenta uma crise hídrica agravada pelos dias mais quentes. A situação é alarmante: cortes diários no fornecimento de água afetam quase todo o bairro, alternando entre partes específicas em especial em Alto Conventos, deixando os moradores sem o recurso essencial para as atividades diárias básicas.

Falta de Água: um problema antigo sem solução definitiva

Desde dezembro, o grupo de moradores do bairro compartilha diariamente suas angústias relacionadas à falta de água em um grupo de whats criado por eles. A inconsistência no fornecimento tem sido um desafio constante, com áreas experienciando cortes por momentos do dia e outras permanecendo mais de 24 horas sem água. A prefeitura de Lajeado, responsável pelo abastecimento, até agora, não ofereceu uma solução efetiva ou um plano de ação claro, deixando a população sem respostas concretas.

Respostas insatisfatórias

Os moradores, em sua busca por soluções, alegam que têm se deparado com um muro de silêncio e respostas genéricas da prefeitura. Tentativas de contato com o fornecedor resultaram em diálogos infrutíferos, onde a falta de informação sobre o problema e a previsão de retorno do abastecimento são as únicas certezas. Mesmo após abertura de protocolos pelo aplicativo cidadão, a comunidade permanece sem retorno e sem água.

Prejuízos e desconforto

A crise vai além do desconforto físico. Moradores como Clóvis Cenci e Roberta Stein são apenas dois dos diversos que expressam um sentimento coletivo de impotência e indignação. Reuniões com representantes municipais, como a vice-prefeita e o secretário Fabiano, segundo eles, não resultaram em melhorias tangíveis. A falta de mão de obra, planejamento e organização foram apontadas como causas, mas sem um plano de ação para resolução. Em dias de calor extremo, a situação se torna insustentável, afetando a qualidade de vida e até a saúde dos habitantes.

Falhas na infraestrutura

O secretário de obras, Fabiano Bergmann, alegou a reportagem que detectou um problema no quadro de comando de um dos poços artesianos e que equipes de eletricistas solucionariam o problema ainda nesta sexta-feira, dia 9.

Segundo os moradores, para eles, a prefeitura insiste em culpar as obras na rodovia 386 como causa. Uma justificativa que os moradores refutam, evidenciando uma desconexão entre as experiências vividas pela comunidade e as explicações oficiais.