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Comércio ambulante ilegal: Case do Sindilojas Regional Bento pauta encontro entre prefeitura, entidades e comunidade lajeadense no dia 23


Por Redação / Agora no Vale Publicado 17/05/2019
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Campanha desenvolvida em Bento Gonçalves será apresentada como uma alternativa para a luta do município contra o comércio informal

O combate ao comércio ambulante ilegal e a bem-sucedida campanha “O
reflexo da pirataria é o crime”, desenvolvida pelo Sindilojas Regional
Bento, serão a pauta do encontro entre o governo municipal, entidades
representativas e comunidade lajeadense agendado para o dia 23 de maio,
às 8h30min, no auditório da Prefeitura. Lançada em março em Bento
Gonçalves, a ação recebeu a chancela da Comissão de Combate à
Informalidade da Fecomércio-RS e será apresentada pelo presidente do
sindicato, Daniel Amadio, como uma alternativa para a luta do município
contra o comércio informal. O evento é aberto ao público e, para o
presidente do Sindilojas Vale do Taquari, Francisco Weimer, é essencial
que seja prestigiado por todos os que se sentem prejudicados pela
atividade irregular.

De acordo com Amadio, a campanha tem como objetivo diminuir as
iniciativas de quatro segmentos que provocam uma concorrência desleal
com os empresários regularmente estabelecidos – comércio ambulante
ilegal, feiras itinerantes, pirataria e contrabando – e todas as peças
desenvolvidas podem ser aplicadas conforme a realidade e os recursos
locais. O intuito não é apenas repreender, mas principalmente
conscientizar a população sobre as consequências dos produtos
informais e os prejuízos para a economia, visto que em sua maioria são
itens de origem não comprovada. Segundo o Instituto Brasileiro de
Ética Concorrencial (ETCO) e o Instituto Brasileiro de Economia da
Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre), a denominada economia
subterrânea movimentou em 2018 cerca de R$ 1,17 trilhões no país e
mais de R$ 76 bilhões no Rio Grande do Sul. Isso equivale a uma perda
anual na arrecadação do Estado de aproximadamente R$ 5,6 bi.

Entre as ações a serem sugeridas por Amadio à comunidade lajeadense
está a atualização do Código de Posturas, determinando uma série de
pré-requisitos para a regulamentação das feiras itinerantes, e
encontros com representantes das forças locais para debaterem
situações que envolvam o comércio ambulante ilegal. Para essas
reuniões, podem ser convidados prefeito, secretários, vereadores,
brigada militar, polícia civil, Receita Federal e Estadual, fiscais,
líderes empresariais e de classe, membros da comunidade e demais
envolvidos com o tema, para que todos juntos possam criar soluções.