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Dengue faz 17ª vítima fatal no RS

Doença causou a morte de idoso de 75 anos morador de Santa Rosa


Por Redação Publicado 11/03/2024
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) confirmou mais uma fatalidade relacionada à dengue no Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (11). Um homem de 75 anos, residente em Santa Rosa, foi a vítima, elevando o alarme sobre a proliferação da doença na região. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o falecido apresentava comorbidades associadas à dengue e sucumbiu em 4 de março. Com isso já são 17 casos fatais no Estado no ano.

Santa Rosa, município situado no noroeste gaúcho com uma população de aproximadamente 76,9 mil habitantes, já enfrenta sua segunda morte por dengue em 2024. O primeiro óbito ocorreu no início de fevereiro, quando uma mulher de 71 anos sucumbiu à doença causada pelo mosquito Aedes aegypti.

Os números alarmantes não param por aí. Os dados atualizados pela SES nesta segunda-feira revelam que Santa Rosa registra 1.579 casos confirmados de dengue, com outros 744 sob investigação. A maioria esmagadora desses casos (1.577) é considerada autóctone, indicando que a contaminação ocorreu dentro do próprio município.

Números em crescimento

O panorama estadual não é menos preocupante, com um total de 16.574 casos confirmados de dengue em todo o Rio Grande do Sul. Os sintomas característicos da doença incluem febre alta (entre 39ºC e 40ºC), dor atrás dos olhos, na cabeça e nas articulações, além de náusea, vômito, diarreia e manchas vermelhas pelo corpo.

A SES enfatiza a importância de evitar a automedicação e buscar assistência médica ao primeiro sinal da doença. “Reforçamos a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito”, alertou a Secretaria em comunicado.

Diante desse cenário alarmante, as autoridades locais e estaduais reforçam a necessidade de medidas preventivas, como a eliminação de criadouros do mosquito transmissor, o uso de repelentes e roupas adequadas, além da conscientização da população sobre os sintomas da dengue e a busca por atendimento médico precoce.

A batalha contra a dengue exige a colaboração de todos, destacando a importância da vigilância constante e da ação coordenada para conter a propagação da doença e proteger a saúde pública.


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