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Sem provas concretas, suspeito do caso Potrich é solto


Por Redação / Agora no Vale Publicado 31/01/2019
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul concedeu habeas corpus para o suspeito

Uma semana depois de ser preso temporariamente como o principal suspeito do desaparecimento do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich, o dentista Carlos Alberto Weber Patussi, 52 anos, foi solto.

A decisão foi do desembargador Honório Gonçalves da Silva Neto, da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que atendeu ao pedido do advogado de defesa Paulo Olímpio Gomes de Souza e concedeu habeas corpus.

Conforme a defesa, não há risco de fuga ou situação que possa atrapalhar o desenvolvimento do inquérito, e ainda, alegam que não existem provas concretas.

O suspeito foi preso na quarta-feira, dia 23. No mesmo dia, policiais foram até a casa e terras do suspeito em busca de mais provas e do corpo de Potrich. Sem sucesso.

Nesta semana, também, o delegado iniciou a segunda fase da investigação, quando foram realizadas oitivas com pessoas mais próximas dos envolvidos.

Redação
redacao@agoranovale.com.br