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MP pede prisão preventiva de vizinho no caso Potrich


Por Redação / Agora no Vale Publicado 11/04/2019
 Tempo de leitura estimado: 00:00
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Acusado tem dupla cidadania e por isso o homem deve ser preso preventivamente

A Promotoria de Justiça de Encantado apresentou, nesta quinta-feira, 11,
denúncia contra Carlos Alberto Weber Patussi pelo homicídio triplamente
qualificado de Jacir Potrich, 55 anos, gerente do Sicredi de Anta Gorda
desaparecido em 13 de novembro do ano passado. O promotor de Justiça
André Prediger anunciou, em coletiva de imprensa ocorrida na sede do MP
em Encantado, o pedido de prisão preventiva do denunciado, que possui
dupla cidadania e poderia sair do Brasil. Ele chegou a ser preso temporariamente
em janeiro deste ano, mas foi solto após o julgamento de um habeas corpus
pelo Tribunal de Justiça do Estado. Patussi também deverá responder por ocultação de cadáver.

Conforme a denúncia, elaborada com base nas investigações da Polícia Civil,
no dia do desaparecimento, no condomínio onde ambos moravam, Patussi
modificou o ângulo de uma das câmeras de vigilância e desligou outra para
evitar que o local do crime, um quiosque, não registrasse o momento do assassinato.
Assim, imagens que formam o conteúdo probatório do processo mostram a
vítima indo até o quiosque e sendo seguida por Patussi. Um minuto depois, apenas
o denunciado é visto saindo do local. Essas são as últimas imagens de Potrich.

Assim, Patussi foi denunciado por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe
(a desavença existente entre os dois há anos em virtude da troca de endereço do banco
no qual a vítima era gerente), por asfixia e com recurso que dificultou a defesa da
vítima – além de ocultação de cadáver. Durante a coletiva de imprensa, o promotor
de Justiça reiterou que as investigações da Polícia Civil seguem em andamento no
caso de haver outras pessoas envolvidas na ocultação de cadáver.

Fonte MP RS