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Defesa do homem procurado pela morte da jovem alega que o tiro no rosto foi acidental


Por Reportagem Publicado 10/09/2021

A defesa do homem de 22 anos, suspeito de ter matado Luana Graciéli de Souza Lounai, 19 anos, no domingo, 5, em Bom Retiro do Sul, alega que o tiro no rosto da jovem foi acidental, e que ele deixou a casa dela sem prestar socorro porque entendeu que nada poderia ser feito para ajudá-la. Ele era namorado da vítima, e é considerado foragido. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e realiza buscas.

A família da jovem recusa a alegação da defesa, e o maior argumento é de que o suspeito não ajudou Luana, uma vez que ela ainda tinha batimentos cardíacos. Em vez de pedir socorro, ele saiu da casa de Táxi. Ele havia sido preso por tráfico de drogas, mas foi solto no dia 16 de julho deste ano.

Em entrevista à GaúchaZH, a mãe da vítima disse que “ele não gostava que ela saísse e, por isso, evitava”. Luana nasceu em Estrela, mas morou durante a infância em Fazenda Vilanova, onde estudou na Escola Municipal Edgar da Rosa Cardoso. Depois disso, mudou-se com a mãe para outras cidades da região, como Lajeado, Estrela e Bom Retiro do Sul. Aos 16 anos, a jovem saiu de casa e foi trabalhar em uma indústria em Lajeado.

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