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Maldição do ranking? Nenhuma líder da FIFA conquistou a Copa desde 1994


Por Redação Publicado 09/06/2026
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taça copa Mundo Fifa

Uma curiosidade tem chamado a atenção dos torcedores às vésperas da próxima Copa do Mundo: desde a criação do ranking da FIFA, em 1994, nenhuma seleção que iniciou o Mundial ocupando a primeira posição conseguiu levantar a taça.

O retrospecto reúne algumas das maiores potências do futebol mundial e alimenta a teoria de uma espécie de “maldição” envolvendo o topo da classificação da entidade.

Líderes ficaram pelo caminho

Desde a estreia do ranking da FIFA, os líderes chegaram às Copas cercados de favoritismo, mas acabaram vendo outras seleções conquistarem o título.

Confira o histórico:

  • 1994 – Líder: Alemanha | Campeão: Brasil
  • 1998 – Líder: Brasil | Campeã: França
  • 2002 – Líder: França | Campeão: Brasil
  • 2006 – Líder: Brasil | Campeã: Itália
  • 2010 – Líder: Brasil | Campeã: Espanha
  • 2014 – Líder: Espanha | Campeã: Alemanha
  • 2018 – Líder: Alemanha | Campeã: França
  • 2022 – Líder: Brasil | Campeã: Argentina

O dado mostra que o favoritismo apontado pelo ranking nem sempre se transforma em sucesso dentro de campo.

Brasil liderou três vezes e não foi campeão

Entre todas as seleções, o Brasil é quem mais aparece na liderança antes das Copas. A Seleção chegou como número um do mundo em 1998, 2006, 2010 e 2022.

No entanto, em nenhuma dessas oportunidades conseguiu conquistar o título mundial.

O único pentacampeonato brasileiro no período do ranking aconteceu em 2002, quando a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari iniciou o torneio atrás da líder França.

Argentina entra em alerta para 2026

Atualmente, a Argentina ocupa a primeira posição do ranking da FIFA e chega como uma das favoritas para a próxima Copa do Mundo.

Por outro lado, a estatística histórica pode servir como motivo de preocupação para os argentinos, já que nenhuma seleção líder conseguiu quebrar essa sequência nas últimas oito edições do torneio.

Coincidência ou pressão do favoritismo?

Especialistas apontam que o ranking da FIFA reflete o desempenho recente das seleções, mas não necessariamente prevê o que acontecerá em uma competição de tiro curto como a Copa do Mundo.

Lesões, mudanças de elenco, pressão psicológica, chaveamento e momentos decisivos costumam influenciar mais do que a posição ocupada na classificação mundial.

Ainda assim, o retrospecto chama atenção: há mais de três décadas, o posto de melhor seleção do ranking nunca se transformou em título mundial.

E, neste momento, quem carrega esse peso é justamente a Argentina.