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Servidores do INSS entram em greve nacional por reajuste salarial


Por Redação / Agora no Vale Publicado 11/07/2024
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INSS-Agora no Vale
Foto: Agora no Vale

Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), representados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP), deram início a uma greve nacional nesta quarta-feira (10). A paralisação, que afeta os 19 mil servidores ativos da instituição, vem como resposta à falta de progresso nas negociações de reajuste salarial com o governo federal.

A greve impacta diretamente a análise e concessão de benefícios importantes como aposentadoria, pensões e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), bem como o atendimento presencial nas agências do INSS, com exceção de perícia médica e análise de recursos e revisões de pensões e aposentadorias. Ainda que 50% dos servidores estejam em regime de home office, a mobilização alcança tanto os trabalhadores presenciais quanto os remotos.

Medidas de contingenciamento

O INSS, por meio de nota, informou que está estudando medidas de contingenciamento para minimizar o impacto da greve no atendimento ao público. Apesar da paralisação, o instituto assegura que não houve impacto significativo no sistema ou no atendimento até o momento. Ademais, destaca que mais de 100 serviços do INSS podem ser realizados online, através da plataforma Meu INSS, disponível tanto para celular quanto para desktop, além da Central de Atendimento 135.

Nova convocação de greve

Uma nova greve está programada para começar na próxima terça-feira (16), por tempo indeterminado. Esta ação é organizada pela Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), que expressa insatisfação com as propostas do governo, mencionando que elas são insuficientes frente às perdas salariais acumuladas de 53% pela categoria.

Impacto das medidas administrativas

A Fenasps também aponta para o prazo de adequação à Instrução Normativa 24 (IN24) no final deste mês, que transformará os atuais programas de gestão em Programas de Gestão e Desempenho. Isso implica uma maior pressão para o cumprimento de metas e possíveis sanções para os servidores que não atingirem os objetivos estipulados, incluindo descontos salariais e a abertura de Processos Administrativos Disciplinares (PAD).