O Congresso deve colocar em votação na próxima quinta-feira, 25, a proposta que promove ajustes nas contas públicas. A iniciativa é parte do acordo para liberar uma nova rodada do auxílio emergencial em 2021.

As discussões se afunilaram para um modelo com três ou quatro parcelas entre R$ 250 e R$ 300 para a assistência. Inicialmente, o Ministério da Economia defendia o valor de R$ 200. No entanto, sabe-se que a equipe do Ministério da Economia trabalha pelos R$ 300.

O relatório sobre a PEC, apresentado nesta segunda-feira, 22, indica que não serão feitos cortes mais radicais na economia para permitir o pagamento do auxílio.

A tendência é que, no lugar disso, os salários dos servidores públicos serão congelados ao menos até o fim do ano, mesmo período que devem ser vedadas as contratações.

Com renovações do benefício, que teve parcelas reduzidas para R$ 300 até ser encerrado em dezembro, o custo total ao Tesouro ficou em quase R$ 300 bilhões. O valor não foi compensado porque foram retiradas amarras do Orçamento.

Pagamento pode começar em março

Quem tem direito ao novo auxílio emergencial

Inicialmente a expectativa era de que o Auxílio Emergencial fosse liberado para parte da população considerada “invisível” pelo governo, que são aqueles que não recebem nenhum tipo de programa de distribuição de renda como o Bolsa Família, ou ainda que trabalhe de carteira assinada.

Para essa situação era previsto o pagamento para 40 milhões de pessoas, logo, com o novo cruzamento de dados, parte destes “invisíveis” podem ficar de fora da nova prorrogação tendo em vista as informações utilizadas no novo pente-fino do governo.

Cruzamento de dados

Para liberar o dinheiro só para quem realmente precisa, o governo vai usar a tecnologia e um banco de dados atualizado. Clique no link abaixo e saiba mais: